{"id":654,"date":"2016-10-28T15:39:06","date_gmt":"2016-10-28T18:39:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.zagaia.blog.br\/?p=654"},"modified":"2016-10-28T15:39:06","modified_gmt":"2016-10-28T18:39:06","slug":"novo-livro-da-maria-jose-silveira-a-caminho","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.zagaia.blog.br\/?p=654","title":{"rendered":"NOVO LIVRO DA MARIA JOS\u00c9 SILVEIRA A CAMINHO"},"content":{"rendered":"<p>Nos pr\u00f3ximos dias. Primeiro em e-book, depois impresso.<\/p>\n<p><em>We few, we happy few, we band of brothers\u00a0<\/em><\/p>\n<p>(N\u00f3s poucos, felizes poucos, bando de irm\u00e3os)<\/p>\n<p><strong>W. Shakespeare, Henrique V<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vinte e um anos de ditadura e onze contos. Os poucos &#8220;felizes poucos&#8221;, desta vez, n\u00e3o foram os que venceram a Batalha de Agincourt. S\u00e3o os militantes que lutaram contra a opress\u00e3o, em vinhetas do cotidiano, de luta, de reflex\u00e3o sobre o que aconteceu, sobre as vit\u00f3rias parciais e a derrota (que fica cada vez mais evidente com essa &#8220;ditadura em transi\u00e7\u00e3o&#8221; na qual vivemos agora).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft  wp-image-655\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/capa-curinga.jpg?resize=266%2C335\" alt=\"capa-curinga\" width=\"266\" height=\"335\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/capa-curinga.jpg?resize=238%2C300 238w, https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/capa-curinga.jpg?resize=768%2C969 768w, https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/capa-curinga.jpg?resize=812%2C1024 812w, https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/capa-curinga.jpg?w=1280 1280w, https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/capa-curinga.jpg?w=1920 1920w\" sizes=\"(max-width: 266px) 100vw, 266px\" data-recalc-dims=\"1\" \/> \u201c<strong>O Curinga<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Minha cara leitora, meu caro leitor:<br \/>\nA autora foi me buscar, vozinha de \u00f3rf\u00e3 perdida no bosque da literatura, \u201cPor favor, me ajuda\u201d.<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 de hoje que conhe\u00e7o essa autora, sei o quanto \u00e9 dissimulada. Precavido, perguntei, \u201cAjudar em qu\u00ea? Voc\u00ea \u00e9 t\u00e3o boa! Por que precisa de mim?\u201d, \u201c\u00c9 que desta vez meu tema \u00e9 mais complicado\u201d, ela respondeu. \u201c\u00c9\u00e9\u00e9?\u201d ecoei.<br \/>\n\u201cVou falar explicitamente de pol\u00edtica. Ditadura. Luta armada. Esses tempos. Queria que voc\u00ea alegrasse um pouco meu tema, oferecesse aos leitores um respiro de ar fresco, um copo-d\u2019\u00e1gua da fonte.\u201d<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os contos deste livro tratam de v\u00e1rios momentos da luta contra a ditadura civil-militar que, por 21 anos, controlou o pa\u00eds. Passam pelo campo, pela f\u00e1brica, pela luta armada, pela clandestinidade, pris\u00e3o e ex\u00edlio, e chegam at\u00e9 a Anistia e a continua\u00e7\u00e3o do trabalho pol\u00edtico. Falam de uma gera\u00e7\u00e3o que viveu esse tempo, com todas as suas consequ\u00eancias. E o faz com uma forma liter\u00e1ria criativa e inovadora como poucas vezes vemos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 o primeiro livro de contos de Maria Jos\u00e9 Silveira, premiada romancista, traduzida em v\u00e1rios pa\u00edses. \u00c9 um livro sobre momentos do passado que, assustadoramente e apesar de todas as diferen\u00e7as, podem estar voltando.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos pr\u00f3ximos dias. Primeiro em e-book, depois impresso. We few, we happy few, we band of brothers\u00a0 (N\u00f3s poucos, felizes poucos, bando de irm\u00e3os) W. Shakespeare, Henrique V Vinte e um anos de ditadura e onze contos. 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