{"id":372,"date":"2015-05-09T18:30:01","date_gmt":"2015-05-09T21:30:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.zagaia.blog.br\/?p=372"},"modified":"2015-05-09T18:30:01","modified_gmt":"2015-05-09T21:30:01","slug":"pesquisa-historica-e-psicografica-e-analise-gestalt-pictorica-provam-katia-abreu-e-condessa","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.zagaia.blog.br\/?p=372","title":{"rendered":"PESQUISA HIST\u00d3RICA E PSICOGR\u00c1FICA E AN\u00c1LISE GESTALT PICT\u00d3RICA PROVAM: K\u00c1TIA ABREU \u00c9 CONDESSA."},"content":{"rendered":"<p>O Bessa, em\u00e9rito historiador, \u00a0n\u00e3o descansa.<\/p>\n<p>Em sua infatig\u00e1vel labuta por colocar no seu devido lugar os fatos hist\u00f3ricos e sempre em busca de restaurar o sadios princ\u00edpios da monarquia, fez mais uma descoberta, digamos assim, seminal:<\/p>\n<p>K\u00c1TIA ABREU UM DIA J\u00c1 FOI CONDESSA.<\/p>\n<p>Mas, passemos \u00e0 palavra ao nosso especialista que, neste post revela mais uma de suas especialidades: analista de fotos de moda.<\/p>\n<p>Imbat\u00edvel<\/p>\n<p><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/outgoing\/www.taquiprati.com.br\/cronica.php?ident=1141');\"  href=\"http:\/\/www.taquiprati.com.br\/cronica.php?ident=1141\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-373\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/Capturar1.jpg?resize=640%2C302\" alt=\"Capturar\" width=\"640\" height=\"302\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/Capturar1.jpg?w=785 785w, https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/Capturar1.jpg?resize=300%2C141 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-1-katia.jpg');\"  href=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-1-katia.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft  wp-image-374\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-1-katia.jpg?resize=210%2C534\" alt=\"cond 1 katia\" width=\"210\" height=\"534\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-1-katia.jpg?resize=118%2C300 118w, https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-1-katia.jpg?resize=403%2C1024 403w, https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-1-katia.jpg?w=416 416w\" sizes=\"(max-width: 210px) 100vw, 210px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a>Temos tr\u00eas provas contundentes de que a senadora K\u00e1tia Abreu (PMDB, vixe, vixe), atual ministra da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento, j\u00e1 ostentou o t\u00edtulo nobili\u00e1rquico de condessa. A primeira prova \u00e9 indireta e se baseia numa tese de doutorado defendida na \u00faltima ter\u00e7a-feira no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Mem\u00f3ria Social da UNI-RIO. A segunda, embora n\u00e3o cient\u00edfica, mas digna de cr\u00e9dito, \u00e9 uma carta psicografada com mensagem de algu\u00e9m que morreu em 1882. A terceira, avassaladora, \u00e9 uma foto analisada por quem entende do riscado.<br \/>\n<strong><span style=\"color: #3366ff;\">Tese: mem\u00f3ria de libertos<\/span><\/strong><br \/>\nDefendida por Isabela Castro, a tese conta a hist\u00f3ria de um territ\u00f3rio dos \u00edndios Puri, no Vale do Para\u00edba do Sul (RJ), usurpado no s\u00e9c. XVII para dar origem \u00e0 Fazenda Cantagalo, produtora de caf\u00e9. Sua propriet\u00e1ria no s\u00e9culo XIX era uma vi\u00fava, sem filhos, chamada Mariana Claudina Pereira de Carvalho, condessa do Rio Novo. No auge da luta abolicionista no Brasil, ela convocou seus 244 escravos e leu o seu testamento. O documento, cujo original est\u00e1 hoje no Museu da Justi\u00e7a do Rio de Janeiro, determinava que se os escravos trabalhassem direitinho enquanto ela vivesse, seriam ap\u00f3s sua morte alforriados e herdariam a terra.<\/p>\n<p>O testamento foi uma esperteza, uma jogada de mestre, cujo objetivo era &#8220;produzir fidelidades&#8221; e assim neutralizar tentativas de rebeli\u00e3o ou fuga, instituindo &#8220;o bom cativeiro&#8221;. Tratava-se de uma estrat\u00e9gia bem sucedida para garantir &#8220;a paz na senzala&#8221;. Quando a condessa bateu as botas, em Londres, em 5 de julho de 1882, seus 244 escravos se tornaram livres. E o que aconteceu com a fazenda e tudo que nela havia: 500.000 p\u00e9s de caf\u00e9 plantados em 53.240 hectares, m\u00e1quinas, serrarias, terreiros cimentados e outras benfeitorias?<\/p>\n<p>O documento estabelecia um prazo de 50 anos para que os libertos se tornassem efetivamente os propriet\u00e1rios daquela terra cobi\u00e7ada pelos vampiros locais. Enquanto isso, a fazenda deveria ser transformada em Col\u00f4nia Agr\u00edcola administrada pela Irmandade Nossa Senhora da Piedade mediante o &#8220;sistema de parceria&#8221;, ou seja, durante esse tempo metade do caf\u00e9 produzido pertencia \u00e0 Irmandade, o que seria fiscalizado pelo juiz de direito e pelo presidente da C\u00e2mara Municipal.<\/p>\n<p><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-2-testamento.png');\"  href=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-2-testamento.png\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-375\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-2-testamento.png?resize=375%2C503\" alt=\"cond 2 testamento\" width=\"375\" height=\"503\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-2-testamento.png?w=375 375w, https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-2-testamento.png?resize=224%2C300 224w\" sizes=\"(max-width: 375px) 100vw, 375px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a>Desta forma, para serem os donos definitivos da terra os libertos teriam de trabalhar meio s\u00e9culo recebendo apenas a metade do valor do caf\u00e9 que era todo comercializado pela Irmandade. Acontece que nem isso os administradores pagavam. Diante do protesto dos ex-escravos, apresentados como<em> &#8220;falsos propriet\u00e1rios&#8221;<\/em>, os jornais locais desencadearam campanha, denunciando <em>&#8220;a insubordina\u00e7\u00e3o dos colonos e sua ousadia&#8221;<\/em>, como fez O Provinciano, acusando-os de n\u00e3o entregarem todo o caf\u00e9 produzido e de serem refinados ladr\u00f5es.<\/p>\n<p>No entanto, em 1884, o insuspeito Boletim da Sociedade Central de Imigra\u00e7\u00e3o, em seu n\u00famero 3, desmente o jornal, descrevendo a vida quase ut\u00f3pica na comunidade:<br \/>\n<em>&#8220;N\u00e3o se queixa a administra\u00e7\u00e3o da Col\u00f4nia Nossa Senhora da Piedade de que um \u00fanico dos libertos haja sonegado sequer, quanto mais roubado, um gr\u00e3o de caf\u00e9 que eles colhem. N\u00e3o se queixam os pr\u00f3prios libertos uns dos outros da subtra\u00e7\u00e3o de objetos de seu uso, de seu cultivo. N\u00e3o se queixa nenhum vizinho nem ningu\u00e9m da povoa\u00e7\u00e3o, quer habitante fixo, quer viajante, de que os libertos tenham retirado objetos alheios&#8221;.<\/em><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Carta ao Imperador<\/span><\/strong><br \/>\nA tese de Isabel Castro recupera esse e outros documentos da mem\u00f3ria subterr\u00e2nea, incluindo uma carta conservada no Instituto Hist\u00f3rico (IHGB) dirigida a S.M. o Imperador e ao ministro da Justi\u00e7a, contestando o jornal:<\/p>\n<p>&#8220;<em>O Provinciano, afetando isen\u00e7\u00e3o de quem nada tem com o neg\u00f3cio, reclama providencias contra os colonos da Fazenda Cantagalo, ex-escravos da Condessa do Rio Novo, que no dizer daquela folha, j\u00e1 por duas vezes tem aparecido nesta cidade em massa turbulenta, amea\u00e7ando a tranquilidade publica. Aqui no munic\u00edpio a ningu\u00e9m enganou as manobras daquele jornal que tem como seu principal redator ou inspirador o individuo que, por suas malversa\u00e7\u00f5es na ger\u00eancia da col\u00f4nia, tem dado causa, n\u00e3o a atos de turbul\u00eancia, como adrede se quer inculcar, mas \u00e0s reclama\u00e7\u00f5es en\u00e9rgicas, porem pacificas, dos ex-escravos&#8221;.<\/em><\/p>\n<p>Os administradores da Col\u00f4nia que faziam parte da elite local se apropriavam em benef\u00edcio pr\u00f3prio do patrim\u00f4nio dos ex-escravos:<\/p>\n<p><em>&#8220;Dos livros da Irmandade n\u00e3o constam que se lhes tenha dado a parte dos lucros da fazenda que lhes pertence. O dinheiro do caf\u00e9 de h\u00e1 muito nutrem as roletas desta cidade. A voracidade do administrador da col\u00f4nia \u00e9 enorme, mais feroz que a jiboia, aquele estomago nunca conhece os trabalhos de digest\u00e3o. Os pobres pretos n\u00e3o tem recebido o seu dinheiro&#8221; e fazem &#8220;reclama\u00e7\u00f5es pacificas, justamente indignados contra a atrevida espolia\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/em><\/p>\n<p>A carta elabora uma cr\u00edtica \u00e0s inst\u00e2ncias de poder que agem em interesse pr\u00f3prio e n\u00e3o em defesa da causa p\u00fablica: <em>&#8220;O Provinciano obedece ao pensamento, ao plano dos redatores, os mesm\u00edssimos interessados em abafar a voz das v\u00edtimas&#8221;<\/em>. Quanto ao Juiz de Direito, o Imperador \u00e9 notificado de que<em> &#8220;aquele magistrado \u00e9 c\u00famplice em tudo isso, pela in\u00e9rcia com que se recusa a cumprir o dever que lhe imp\u00f5e a lei, de fiscalizar a Irmandade e fazer cumprir as disposi\u00e7\u00f5es testament\u00e1rias&#8221;<\/em>.<\/p>\n<p>Os descendentes dos escravos, liderados por Dona Ambrozina de Lima Bastos, para garantir as terras que legalmente eram suas, entraram em 1940 com uma a\u00e7\u00e3o de usucapi\u00e3o, que s\u00f3 foi conclu\u00edda em 1950, quando muitas parcelas j\u00e1 haviam sido aforadas e vendidas pela Irmandade. Parte da Col\u00f4nia, j\u00e1 integrada \u00e0 zona urbana no bairro Col\u00f4nia, se transformou num palco de especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria, com a cumplicidade da C\u00e2mara Municipal, que a considerou &#8220;terra de ningu\u00e9m&#8221;, justificativa sempre usada para apropria\u00e7\u00f5es il\u00edcitas, em que &#8220;ningu\u00e9m&#8221; \u00e9 uma refer\u00eancia a quem est\u00e1 por baixo, cuja cidadania \u00e9 negada.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #3366ff;\">O Brasil no bairro<\/span><\/strong><br \/>\nA \u00e1rea \u00e9 hoje o bairro Vila Isabel do munic\u00edpio de Tr\u00eas Rios, denomina\u00e7\u00e3o ironicamente dada em homenagem \u00e0 Princesa Isabel numa disputa pela mem\u00f3ria. Mas a cidade n\u00e3o permitiu que a est\u00e1tua da &#8220;M\u00e3e Preta&#8221;, em homenagem \u00e0s amas de leite que amamentaram os sinhozinhos, fosse colocada na frente da igreja de Santa Luzia, nem no bairro Caixa D\u00b4Agua. Depois de muita rejei\u00e7\u00e3o, foi enfim instalada pelos descendentes dos libertos num cruzamento perigoso da Pra\u00e7a Ambrozina Bastos para n\u00e3o deixar embranquecer a mem\u00f3ria.<\/p>\n<p><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-3-mae-preta.jpg');\"  href=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-3-mae-preta.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft  wp-image-376\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-3-mae-preta.jpg?resize=428%2C327\" alt=\"cond 3 mae preta\" width=\"428\" height=\"327\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-3-mae-preta.jpg?w=988 988w, https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/cond-3-mae-preta.jpg?resize=300%2C229 300w\" sizes=\"(max-width: 428px) 100vw, 428px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><br \/>\nE a ministra K\u00e1tia Abreu, onde \u00e9 que entra nessa hist\u00f3ria? Ela est\u00e1 l\u00e1, dentro deste bairro, dentro do territ\u00f3rio narrado, onde cabe o Brasil inteiro. Est\u00e1 tudo l\u00e1 dentro: os \u00edndios espoliados, os negros explorados, os s\u00e9culos de escravid\u00e3o, a usurpa\u00e7\u00e3o de terras, a cumplicidade dos aparelhos ideol\u00f3gicos e repressivos de Estado: as trapa\u00e7as do juiz, as arma\u00e7\u00f5es dos vereadores, as mentiras dos jornais, o esquecimento da escola, a doutrina\u00e7\u00e3o das igrejas, mas tamb\u00e9m a resist\u00eancia, as lutas sociais e as express\u00f5es de cultura popular: as festas, a m\u00fasica, o jongo, a ginga, o futebol.<\/p>\n<p>Neste sentido, a tese da historiadora Isabel Castro \u00e9 uma radiografia do Brasil, com o registro dos mecanismos de disputa da mem\u00f3ria. Al\u00e9m dos documentos orais obtidos em entrevistas com onze descendentes dos escravos, a autora vasculhou arquivos e encontrou documenta\u00e7\u00e3o em atas da C\u00e2mara Municipal de Para\u00edba do Sul e de Tr\u00eas Rios, nos jornais, nos documentos cartoriais, embora pap\u00e9is referentes \u00e0 administra\u00e7\u00e3o fraudulenta da Col\u00f4nia Agr\u00edcola tenham sido queimados em um inc\u00eandio de origem criminosa que destruiu a Casa de Caridade em 1955.<\/p>\n<p>\u00c9 verdade que K\u00e1tia Abreu sequer \u00e9 mencionada na tese, mas ela est\u00e1 l\u00e1 na pele da condessa e na sua metodologia de a\u00e7\u00e3o, assim como \u00e9 poss\u00edvel ver nos documentos os Gilmar Mendes e Dias Toffoli, Renan Calheiros e Eduardo Cunha, Roberto Marinho e Julio de Mesquita, enfim toda a <strong>caterva<\/strong> da \u00e9poca.<\/p>\n<p>Para quem ainda duvida, trago do acervo da minha imagina\u00e7\u00e3o uma carta psicografada com mensagem da pr\u00f3pria Condessa do Rio Novo, informando que ela reencarnaria numa menina nascida em Goi\u00e2nia em 2 de fevereiro de 1962. Os dados batem com a certid\u00e3o de nascimento de uma certa pecuarista e agronegociante.<\/p>\n<p><a onclick=\"javascript:pageTracker._trackPageview('\/downloads\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/condessa-foto.jpg');\"  href=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/condessa-foto.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignright  wp-image-377\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/condessa-foto.jpg?resize=329%2C557\" alt=\"condessa foto\" width=\"329\" height=\"557\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/condessa-foto.jpg?resize=177%2C300 177w, https:\/\/i0.wp.com\/www.zagaia.blog.br\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/condessa-foto.jpg?w=532 532w\" sizes=\"(max-width: 329px) 100vw, 329px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<p>Mas a prova mais inapel\u00e1vel \u00e9 mesmo a foto da condessa encontrada nos arquivos, vestida num modelito compar\u00e1vel \u00e0quele usado pela ministra em sua posse, com saia evas\u00ea e mangas largas, da mesma cor verde-agricultura ou folha de repolho, num tom entre o lim\u00e3o e o pera. O doutor Brian Stevenson, da Universidade de Virginia, especializado em regress\u00e3o a vidas passadas e outras ci\u00eancias afins, depois de examinar de forma percuciente as fotos e os dados, inclusive os grafol\u00f3gicos, concluiu categoricamente:<\/p>\n<p>&#8211; Uma \u00e9 a reencarna\u00e7\u00e3o da outra. O DNA \u00e9 o mesmo. Sem qualquer ofensa \u00e0 mem\u00f3ria da condessa, mas a ministra da Agricultura \u00e9 a vers\u00e3o reeditada da outra, cujo esp\u00edrito transmigrou de Tr\u00eas Rios para Goi\u00e2nia.<\/p>\n<h6>P.S. Isabela Torres de Castro Innocencio. <em>Mem\u00f3ria de afrodescendentes no Vale do Para\u00edba: de Col\u00f4nia Agr\u00edcola Nossa Senhora da Piedade a bairro de Vila Isabel. Lugar de Mem\u00f3ria, Hist\u00f3ria e esquecimento em Tr\u00eas Rios, 1882-1951.<\/em> Tese apresentada ao Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Mem\u00f3ria Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio. 2015. 364 pgs. Banca Examinadora: Regina Abreu (orientadora, sem qualquer parentesco), Martha Abreu (UFF, sem qualquer parentesco), Andrea Vieira (UNIRIO), May Waddington (UFPi) Jos\u00e9 R. Bessa Freire (UNIRIO-UERJ). A banca recomendou a publica\u00e7\u00e3o da tese.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Bessa, em\u00e9rito historiador, \u00a0n\u00e3o descansa. 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